quinta-feira, 7 de julho de 2011

Zeca Baleiro e Décio Rocha - Antes Que Anoiteça

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Os Paçoquinhas



Oi amigos, os Paçoquinhas(filhotes do Mingau com a Pipoca) desmamaram. Já tenho alguns candidatos, mas agora é pra valer. QUem souber de alguém que queira um legítimo vira-lata, é só mandar email para alexandre.nadai@gmail.com

quinta-feira, 30 de junho de 2011

O “H” do “h”omem no mundo das fobias

Fobia, do grego  φόβος “medo”, segundo a Wikipédia. Acho chique esse negócio de citar a origem da palavra. Sempre quis fazer isso. Mas voltando ao foco, enquanto procurava o sentido real de “fobia” descobrí que os medos existem de “A” a “Z” , de forma crescente, mas a que mais me chamou a atenção, sem ser o assunto em voga, foi o palavrão  “Hipopotomonstrosesquipedaliofobia”, é o medo irracional de pronunciar grandes palavras. Mas atente para “irracional”. Foi isso que me chamou a atenção, para assim, finalmente, entrarmos no assunto.
Nos últimos tempos, o assunto da moda é a tal da homofobia, ou desrespeito a quem tem uma opção sexual diferente da tradicional, ou seja, a heterossexualidade. Graças a Deus, sempre fui muito bem resolvido quanto a isso. Tenho amigos gays divertidíssimos, que me respeitam o fato de ser hetero, assim como os respeito. Acredito que muita gente mal resolvida, informada ou formada tenha esse tipo de preconceito com o pessoal GLS, Arco-Íris ou qualquer outra sigla que venha a se somar ou formar. Mas de uma maneira geral, o grande problema é a falta de respeito. Ao de se dar o respeito e respeitar a opção do próximo, seja ela qual for. E nisso, falo em duas mãos, porque, na minha ótica o auto-preconceito, às vezes, e não são poucas, é pior do que um conceito ou pre-conceito ou uma simples ignorância, pura falta de informação. E isso não se remete só na questão sexual, engloba as questões de racismo, religiosidade, política e até esportiva. A intolerância, o radicalismo , na minha opinião, são burros. Sempre foram. Toda idéia radical tem a margem do contra-ponto. Logo, deixa de ser radical. A partir do momento que se torna impossível conceber uma opinião contrária, torna-se ditadura e ignorância.
Falando sobre a homossexualidade, isso existe desde que o mundo é mundo, nasceu junto com a puta e ambos foram crucificados no mundo moderno por crenças, valores criados. Qual o problema? Amor não tem sexo! Dizem que nem os anjos. Não sou historiador, sociólogo ou qualquer coisa do tipo. Sou apenas um cidadão que acha que as diferenças têm que ser respeitadas, toleradas, mesmo que não sejam aceitas. E não falo só da questão da homofobia. O contrário também. Porque gosto que respeitem o fato do cara ser hetero. É muito chato ser cantado por outro homem, o cara sabendo que você não curte. É desrespeito também. E tem “bicha” que é chata. E não quis ser pejorativo quando coloco um apelido no texto. Quis ser autêntico, sem hipocrisia. Acho as “bichas” hilárias. São amigos. Me divirto muito. Mas, sendo repetitivo, desde que respeitem a minha heterossexualidade.
Sinceramente, não sei se é legal essa apologia da tv ao homossexualismo. Acho que tudo que é demais enjoa. Vira modinha. Tem gente que entra na onda. Você não concorda que seja apologia? Legal. Eu respeito a sua opinião. Só quero que você respeite a minha. Acho justo o casamento entre pessoas do mesmo sexo. mas não sei se acho boa a ideia de filhos. Não tenho uma opinião formada. me remete muito à referência, à formação da criança. Não me arriscaria a firmar uma opinião aqui, mas gostaria de ler a sua.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011



Há uns 11 anos atrás ou um pouco mais, eu ingressava como estagiário do departamento de esportes da Super Rádio Tupi, levado pelo meu amigo Tony Vendramini para a equipe comandada por Luiz Penido, com craques como Marcus Tinoco, Claudio Perrout, Fabio Azevedo, Gustavo Mendes, Jota Santiago, Luiz Ribeiro, o próprio Tony, Eugênio Leal, entre outros. O trabalho no começo consistia na produção e coordenação dos programas, mas o objetivo era entrar para o time de setoristas de clubes, objetivo alcançado posteriormente. Mas não estou aqui para falar do meu início de carreira e sim sobre o fim do último grande “Fênomeno” do futebol brasileiro, e um dos últimos no mundo. Falo isso porque, nem Kaká, nem Ronaldinho Gaúcho podem ser comparados a Ronaldo Nazário, mesmo tendo sido eleitos os melhores do mundo em algum momento. Ronaldinho foi minha primeira pauta fora da redação da Tupi, no campo do São Cristovão, onde foi homenageado no segundo semestre de 1999. Não recordo a data. Deveria, mas não lembro. Lembro quando o Paulo Jr, meu querido Pepa, me mandou para fazer a reportagem e , quando cheguei lá, apenas estendí a mão com o gravador em meio a outros tantos e me contentei em apenas registrar as sonoras, editá-las para entrar no ar com uma matéria com Ronaldo.
Como cantou Marcelo D2 na fatídica Copa de 2006, “Sou Ronaldo”. Sem acompanhamentos regionais, sem Cristianos a sua frente, na noite, sem igreja, com a coleção de capas da playboy,  um “louco” ao rejeitar a nação rubro-negra, mas Ronaldo é!!! Muitos diriam foi. Mas o fenômeno é como é Pelé, como Zico, Maradona, Garrincha e tantos outros. É imortal. Não sou muito afeito à estátistica, nem tenho aquela memória de gente que consegue guardar grandes detalhes sobre jogos, essas coisas. A tecnologia supre essa minha falha. No entanto, não se precisa decorar dados para saber da grandeza, sem trocadilhos, do jogador.Logo, sem me alongar mais, só quero agradecer ao “ Fenômeno” por dar mais brilho ao nosso futebol durante 18 anos. E que, agora, venha o seu sucessor, que venha Neymar!!!

sábado, 15 de janeiro de 2011

quimicia do amor experimento

O samba que eu e as minhas parceiras Sandra e Patricia, com auxilio luxuoso de Wilson Fofão no cavaco e Pedal na percussa, estamos concorrendo para o Inova Que Eu Gosto, bloco da Finep. Enredo: Química 2011.